Por Aldana Duhalde – Moderadora
Durante os refrescantes dias do IV Festival Prix Jeunesse Iberoamericano, foi possível vislumbrar uma enorme evolução em relação às edições anteriores. Mais quantidade, qualidade e intenções mais claras.
Em muitos dos programas se viu uma interessante cor local, um resgate de tradições, uma busca por linguagens próprias, sem perder a universalidade da mensagem que pode atravessar fronteiras pelo seu nível estético e pela sua profundidade na eleição e tratamento dos temas.
Também é certo que em muitas ocasiões o visual tinha mais qualidade que a trama. Em outras, que a história teria merecido um nível melhor de realização. E em vários programas observou-se certo temor quanto ao protagonismo dos silêncios, da música e das imagens, fazendo-se um uso abusivo da palavra nos diálogos, ou nas vozes em off. Isso configura uma presença exagerada do verbal, que parece caracterizar-nos. Esteve presente em todas as categorias, inclusive na dos menores – Até 6 anos -, deixando de lado uma oportunidade ideal para experimentar outros recursos, mais sensoriais, diretos e eficientes para o “target”. (more…)






























































